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Justiça multa sites por matérias ofensivas conta RC

Written By Francisco Dantas on segunda-feira, 1 de setembro de 2014 | segunda-feira, setembro 01, 2014

A juíza auxiliar do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Niliane Meira Lima, condenou o Portal WSCom ao pagamento de multa no valor de R$ 5 mil e a exclusão de um texto, considerado pela magistrada como ‘propaganda negativa’ ao governador Ricardo Coutinho (PSB), candidato à reeleição pela coligação ‘A Força do Trabalho’.
“Salienta-se que aquele que veicula as informações consistem no conteúdo negativo da propaganda torna-se responsável por tal veiculação, não havendo que se comparar esta situação com a liberdade de expressão atinente às esferas não eleitorais”, diz trecho do despacho da juíza. 
A juíza auxiliar de propaganda do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Antonieta Lúcia Maroja Nóbrega, condenou o ‘Blog do Gordinho’ ao pagamento de multa no valor de R$ 5 mil e a exclusão de um texto, que faz propaganda negativa contra o governador e candidato a reeleição Ricardo Coutinho (PSB).
“Verifica-se das expressões postadas no Blog do Gordinho, em 13/08/2014, que a matéria efetivamente extrapola os limites da liberdade de expressão e da imprensa”, enfatiza a juíza em sua decisão.

Paulista realiza mutirão da cidadania para emissão de documentos

A Prefeitura Municipal de Paulista, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário executado pelo INCRA, Governo Estadual e Governo Federal, realizou nesta sexta (29), o Mutirão do Programa Nacional de Documentação do Trabalhador Rural – PNDTR do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do INCRA.

O Mutirão tem como objetivo promover a cidadania dos trabalhadores mediante a emissão de documentos pessoais de forma gratuita. Estava disponível para os Paulistenses a emissão dos seguintes documentos: Carteira de identidade (RG), Carteira de Trabalho (CPT) e CPF.

Os trabalhadores também foram atendidos com os seguintes serviços do INSS: Emissão de NIT, Extrato de CNIS, Extrato de tempo de contribuição, Agendamentos, Informações e orientações sobre benefícios, Acerto de dados cadastrais, Habilitação de benefícios (aposentadoria, BPC idoso, salário maternidade, auxilio reclusão, pensão), 2ª via do extrato para Imposto de Renda, 2ª via da Carta de Concessão e memória de cálculo, Formulários para requerimento de benefícios, Acerto de atividade e acerto de inscrição e Consulta de situação de requerimento de benefícios.

Além dos serviços do INCRA, como: Emissão de CCIR, Emissão de DAP, Atualização cadastral no sistema SIPRA, Cadastro de acampados, Emissão de declaração de assentados, informações e orientações.O Mutirão aconteceu nas dependências da Escola Municipal Cândido de Assis Queiroga. O mutirão teve início às 09 horas da manhã e término por volta das 15 horas.

O secretário de Ação Social do Município Geraldo Alves de Fárias avaliou como positivo, tendo como base para a sua avaliação a participação das pessoas que estiveram presentes ao mutirão para a retirada de algum tipo de documento, o secretário também resaltou o empenho do prefeito Severino que busca este tipo de parceria e sempre dando condições para que o mutirão aconteça de forma que abranja a todos.

Nil Alcântara - Liberdade 96 FM

No sertão da Paraíba, os mosqueteiros da matemática

Um por todos e todos por um. O lema dos Três Mosqueteiros está mais vivo do que nunca em Paulista, um pequeno município de 11 mil habitantes no sertão da Paraíba. Mas não são apenas três. São dezenas de meninos e meninas unidos pelo amor à matemática. Em vez de espadas, brandem números, fórmulas e cálculos.

 Ao contrário dos personagens do clássico de Alexandre Dumas, eles não enfrentam um rei tirano. Precisam, isso sim, lutar contra as dificuldades do dia-a-dia para transformar um cotidiano sem grandes perspectivas na chance real de um futuro melhor. À frente desse pequeno exército de talentos, a professora Jonilda Alves Ferreira, de 45 anos, uma das campeãs da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep).
 
- A matemática abre um mundo de possibilidades para esses jovens – aposta a responsável pelos 89 prêmios da Escola Municipal Cândido de Assis Queiroga. – Eles não aprendem apenas a lidar com os números. Passam a ter disciplina para estudar e, com isso, ficam preparados para longos voos.
 
A própria Jonilda levou tempo para alçar esse voo. Quando concluiu o Ensino Médio, não havia nas redondezas uma faculdade que oferecesse licenciatura em matemática – disciplina que ela já amava desde a infância. Resultado: foi fazer Ciências Econômicas na Faculdade Integrada de Patos. O curso era pago e ela pegava 120 quilômetros de estrada para assistir às aulas. A prefeitura de Paulista oferecia transporte. As dificuldades pareciam numerosas, mas Jonilda nem pensou em desistir.
 
- No campus mais próximo da Universidade Federal da Paraíba só tinha curso de veterinária. O que eu ia fazer lá? Sempre quis trabalhar com números. Ciências Econômicas era a chance de não ficar longe de matemática – conta ela.
 
E olha que, aquela altura da vida, a hoje campeã da Obmep já considerava estar indo longe. Afinal de contas, a família lutava com dificuldade. O pai morrera quando Jonilda tinha 11 anos, e a mãe sustentou os oito filhos com o que plantava num pequeno sítio. Não foi à toa que apenas as três meninas conseguiram chegar à faculdade. Os cinco rapazes só tiveram a oportunidade de concluir o Ensino Médio. Talvez, venha daí a força que ela transmite a seus alunos.
 
- A educação é o melhor caminho. Na verdade, para quem nasce numa situação precária, não existe outra opção. Lógico que não é fácil. Mas, sem estudos, você não chega a lugar algum – observa.
 
Curiosamente, Jonilda construiu sua história de sucesso saindo e voltando ao mesmo lugar. Ela estudou na Escola Municipal Cândido de Assis Queiroga quando o estabelecimento ainda pertencia à paróquia de Cajazeiras. Os padres davam aulas e a prefeitura se encarregava de ajudar no sustento do colégio. No mesmo lugar onde cursou o Ensino Fundamental, agora ela prepara seus mosqueteiros da matemática.
 
- Uma das coisas que mais me deixam orgulhosa é ver que, hoje, nossa escola tem, entre seus professores, jovens que foram premiados nas olimpíadas. Eles se formaram e voltaram para retribuir a oportunidade que tiveram aqui – afirma.
 
A própria Jonilda lamenta que, na infância, não existissem as famosas olimpíadas de matemática – e olha que ela nem precisava de incentivo para estudar uma disciplina que, por décadas, foi um bicho-papão para os alunos. Tanto que, depois de formada em Ciências Econômicas, ela recebeu um convite para lecionar. No início do século XXI, a carência de professores no alto sertão paraibano era tão dramática que dispensava-se licenciatura para os candidatos ao magistério. Ela aceitou, mas ainda meio inconformada.
 
- Em 2006, a Federal da Paraíba abriu um novo campus, com graduação em Ciências Exatas e habilitação em matemática. Prestei vestibular, passei, fiz o curso e, finalmente, consegui minha sonhada graduação – lembra.
 
O diploma, como era de se esperar, se reverteu em mais conhecimento para a preparação dos mosqueteiros do sertão. Jonilda faz a linha dura: os alunos que participam de olimpíadas fazem aulas extras à noite e, se começam a relaxar nos estudos, levam um puxão de orelhas.
 
- Chamo os alunos que estão desinteressados para conversar e botar nos eixos. Muitas crianças, no Brasil inteiro, queriam ter uma oportunidade assim. Não dá para bobear – afirma. – Digo para eles que precisamos vestir a camisa e estudar com afinco. Aí, a gente vê no que vai dar. O melhor é quando você vê jovens que eram rebeldes, que não gostavam de ir à escola, descobrirem um talento desconhecido para a matemática. A vida deles muda radicalmente.
 
O espírito de grupo também é importante. Mais do que estimular os talentos individuais, Jonilda gosta de botar seus alunos para “jogar juntos”. O sucesso não é desse ou daquele menino – é dos estudantes da Cândido de Assis Queiroga.
 
- Estudar aqui virou um sonho de consumo na região – revela a diretora Valdelice Coelho Marins. – Nossa clientela é de classe média para baixa, como é comum nas escolas do interior do país. O mais importante é que estamos mostrando ao país todo que, com apoio e dedicação, conseguimos fazer uma escola pública de qualidade.
 
Valdelice conta que quem atravessa os portões da Cândido de Assis Queiroga compreende como é importante valorizar o ensino público e o magistério. Todos os professores atuam na sua área, ou seja, quem é formado em ciências dá aula da disciplina e por aí vai. Os 492 alunos, do 6º ao 9º do Ensino Fundamental, enchem a boca para dizer onde estudam e gostam de contar que, graças à matemática, vez ou outra o colégio aparece até em programas de televisão.
 
- Para nós, a Obmep significou muito. Levou longe o nome do colégio e fortaleceu a auto-estima dos alunos. Vocês precisam ver o orgulho com que eles falam “nossa escola”. Eles sabem que a conquista é de todos.
 
Até porque, como lembra a professora Jonilda, o despertar para a matemática acaba favorecendo o ensino de outras disciplinas e a participação em variadas olimpíadas. Desde o início do ano, ela também dá aulas num colégio particular de Campina Grande. É uma nova frente para desenvolver sua paixão pela matemática. Que, ao que tudo indica, está no DNA. Um de seus filhos, Wanderson, de 13 anos, tem duas medalhas de ouro, uma de prata e outra de bronze nas olimpíadas.
 
- Acho que ele é o verdadeiro talento matemático da família. Com 13 anos, está cursando o 1º ano do Ensino Médio – coruja a orgulhosa mamãe. – Mas meu marido também voltou a estudar. Fez supletivo do Fundamental II, Educação de Jovens e Adultos e, agora, vai tentar o Enem, para administração. Lá em casa todos seguem o meu conselho: tem que estudar, sem discussão.
 
Talentos brotam no sertão da Paraíba
Não podia ser diferente – a primeira palavra que Wanderson Ferreira de Almeida, hoje com 13 anos, leu corretamente foi... matemática. Parece difícil para quem está no bê-á-bá, mas o talento do garoto salta aos olhos. Ele já está no 1º ano do Ensino Médio (a idade padrão nessa série é 15 anos) e planeja fazer carreira em engenharia. Ah, sim, o menino é o filho do meio da professora Jonilda Alves Ferreira.
 
- Matemática sempre foi a minha disciplina favorita e não apenas por causa da minha mãe – garante o simpático campeão da Obmep. – Na verdade, tenho bom desempenho em todas as matérias da área de exatas.
 
Na Obmep, Wanderson estreou em 2010, no 6º ano do Ensino Fundamental, com uma medalha de ouro. Em 2011, repetiu a dose. Em 2012, ficou com prata e, em 2013, levou bronze. O resultado garantiu uma bolsa de estudos no melhor colégio particular da Paraíba.
 
- Até hoje, tudo de bom que aconteceu na minha vida está diretamente relacionado à Obmep. Mas não trato isso com sucesso e sim como conquista. É preciso estudar muito, ter dedicação e força de vontade – conta o menino, que se debruça sobre os livros de matemática duas horas todas as noites, já que seu colégio é integral, quatro vezes por semana.
 
Quanto à mãe professora, ele garante que Jonilda é dedicada e amorosa, mas exigente.
 
- Ela sempre destaca a importância de sermos humildes e de que nosso grupo funcione na base do um por todos e todos por um – diz Wanderson.
 
Se Wanderson já nasceu com a matemática no sangue, Laura de Almeida Gomes, de 14 anos, hoje no 9º ano do Ensino Fundamental, custou mais a descobrir esse talento. Ela participou da Obmep pela primeira vez em 2011 e mesmo “sem ter noção do que se tratava”, passou para a segunda fase. Em 2012, conquistou a medalha de ouro e, no ano seguinte, o bronze olímpico.
 
- Estou ansiosa pela prova da segunda fase deste ano, no dia 13 de setembro, porque passei na primeira e quero fazer bonito em minha quarta olimpíada.
 
Hoje, Laura estuda matemática além da escola e das aulas extras de Jonilda. Para a universidade, está pensando em Engenharia Elétrica. O pai motorista e a mãe supervisora de escola dão a maior força para a menina estudar, mas a melhor ajuda com que ela conta é da irmã, que está fazendo Engenharia Civil. E o bom desempenho no boletim não é apenas em matemática.
 
- Sempre gostei de estudar, mas com a Obmep passei a gostar ainda mais. A Olimpíada nos proporciona um conhecimento mais aprofundado.
 
Para falar da professora Jonilda, a menina não economiza nos elogios:
- É muito prazeroso estudar com ela. A Jonilda sempre nos incentiva e faz tudo para nos ajudar a ter um bom desempenho. Sem falar que é uma companhia bem divertida nas viagens da Obmep.
 
As viagens são um dos pontos altos da Obmep – mês passado, a garotada se reuniu em Florianópolis, para o IV Encontro do Hotel de Hilbert, que reúne os alunos com melhor desempenho nas aulas presenciais e virtuais do Programa de Iniciação Científica Jr. da Obmep. Eram 200 jovens de todo o país, participando de palestras e grupos de estudo voltados para a solução de problemas. A premiação das olimpíadas, realizada no Rio de Janeiro, também é outro sonho de consumo dos jovens talentos da matemática.
 
- Sou de uma família de classe média baixa, e eu não me via dando entrevista, viajando de avião e conhecendo tantas coisas, com 13, 14 anos. Mas a matemática me deu essa oportunidade – conta outra aluna de Jonilda, Daniely Mendes da Silva, de 14 anos, que está no 9º ano da Cândido de Assis Queiroga.
 
Daniely tem duas menções honrosas e um ouro nas três edições da Olimpíada de que participou. Lógico que, em 2014, espera nova medalha de ouro. Mas, independentemente do resultado, o que ela mais gosta mesmo é de participar da disputa.
 
- Quando fiz a primeira olimpíada, em 2011, nem sabia direito o que era. Mas a experiência me cativou. É um enorme incentivo para estudar – afirma a estudante.
 
Ao contrário da maioria de seus pares, Daniely – filha de uma merendeira e de uma aposentado que complementa a renda vendendo doces na porta da escola – não vai seguir carreira na área de Exatas. Ela quer cursar medicina. Quer, não. Vai cursar medicina.
 
- As pessoas ficam surpresas com a minha escolha. Porém, acho normal a gente ser equilibrada em algumas áreas – explica a jovem. – E a matemática me deu essa oportunidade. Ela mostrou que meus sonhos podem ser realizados.
 
À professora Jonilda, Daniely dedica sua gratidão eterna:
- É uma honra poder estudar com ela. É o tipo de mulher que nos ajuda dentro e fora da escola. Tenho a leve impressão de que foi um anjo da guarda enviado por Deus para nos encaminhar aqui na terra. Ela é um exemplo dos ótimos e maravilhosos professores e educadores que existem em escolas públicas do nosso país.
Sem dúvida, Daniely.

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Jonilda e o filho Wanderson à frente da escola onde a professora estudou e hoje dá aulas

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Escola Municipal Cândido de Assis Queiroga

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Aluno Wanderson Alves Ferreira, quatro vezes medalhista na OBMEP, com o prefeito de Paulista

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Professora Jonilda com a secretária municipal de educação

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Alunos da Escola Cândido de Assis Queiroga em sala de aula


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Alunos e professores de escolas de Paulista com representantes do PIC Jr, da OBMEP

Vereadores de Paulista apostam salários em candidatos a governador


Os vereadores Nilton Dantas (PTB) e Possidonio Fernandes (PSDB), decidiram apostar os salários do mês de setembro no resultado da campanha de governador na cidade de Paulista. 

Nilton Dantas foi quem cantou a aposta e defende o atual Governador Ricardo Coutinho, já o vereador Possidonio Fernandes aceitou o desafio e aposta na vitória de Cássio Cunha Lima no Município de Paulista.


Por: PaulistaPB.net

Hoje Tarde de Sol, São Bento-PB, Domingão do Safadão

Written By Francisco Dantas on domingo, 31 de agosto de 2014 | domingo, agosto 31, 2014

Paulista tem pouco mais de 12 mil habitantes e São Bento agora é a 4ª maior do sertão Paulista tem pouco mais de 12 mil habitantes e São Bento agora é a 4ª maior do sertão

Written By Francisco Dantas on quinta-feira, 28 de agosto de 2014 | quinta-feira, agosto 28, 2014

Segundo dados do censo 2014, divulgados na manhã desta quinta (28) pelo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), a população de Paulista, foi acrescida de 373 membros desde o ultimo censo de 2010.

Há quatro anos a população de Paulista era de 11.788 membros. Na contagem deste ano chegamos a 12.167. 

São Bento foi o município que mais cresceu em termos populacionais nos últimos quatro anos, passando de 30.879 habitantes em 2010 para  33.065 em 2014. A Capital Mundial das Redes agora passa a ser o 4º maior município do sertão do estado. Patos aparece como a mais populosa do sertão com 105.531 habitantes, seguida de Sousa com 68.434 e Cajazeiras com 61.031. Consulte aqui todas as cidades.

colocação de 4º lugar para São Bento coloca o município, com apenas 55 anos de emancipação política, como um dos importantes no estado e seu crescimento se dá devido a sua atividade econômica, que é a indústria têxtil, de referência internacional.

Por: PulistaPB.net
 
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